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O que não te contaram sobre anticoncepcional

  • rafabragamkt
  • há 4 minutos
  • 2 min de leitura

O anticoncepcional faz parte da rotina de milhões de mulheres no mundo, seja por motivos contraceptivos, de regulação do ciclo, controle de acne, endometriose ou outros tratamentos ginecológicos. Ainda assim, muitas dúvidas persistem, e nem todas são esclarecidas no consultório.


Se você já usou ou pensa em usar algum método hormonal, vale a pena conhecer o que nem sempre é dito com clareza, mas que pode transformar sua relação com o próprio corpo.


1. Não existe “pílula ideal para todas”


É comum amigas indicarem o método que “deu certo” para elas, como se a adaptação fosse universal. Mas cada mulher tem um organismo, histórico clínico e contexto de vida únicos, e isso influencia diretamente na escolha do anticoncepcional.


A composição hormonal, a via de uso (oral, adesiva, injetável, anel vaginal) e o objetivo do tratamento devem ser avaliados individualmente, sempre com acompanhamento profissional.


2. Efeitos colaterais são reais, e não frescura


Mudanças de humor, ganho de peso, dor de cabeça, libido diminuída, retenção de líquido… Esses são efeitos colaterais possíveis e, em algumas mulheres, bem intensos. O problema é que muitas vezes esses sintomas são minimizados, ignorados ou atribuídos ao “estresse”. Mas desconfortos persistentes ou sinais de desequilíbrio hormonal devem ser investigados.


Se você sente que a pílula está afetando seu bem-estar, isso merece atenção — e pode ser sinal de que o método atual não é o mais adequado para você.


3. Fazer pausas não é obrigatório


Um dos mitos mais comuns é que o corpo precisa “descansar” do anticoncepcional de tempos em tempos. A verdade é que não existe acúmulo de hormônios no organismo, e se a adaptação está boa, não é necessário interromper o uso periodicamente.


O que deve ser feito é a reavaliação contínua do método, especialmente com o passar dos anos, mudanças na rotina, no peso corporal, histórico de saúde ou planejamento reprodutivo.


4. Uso prolongado pode ser seguro, com acompanhamento


Para a maioria das mulheres, é possível usar anticoncepcional por muitos anos com segurança, desde que não haja contraindicações específicas (como histórico de trombose, enxaqueca com aura ou alterações hepáticas).


O segredo está no monitoramento regular, com consultas ginecológicas e exames de rotina. Isso garante que o método continue adequado à sua fase de vida.


5. Você tem direito à informação e autonomia


A escolha do método contraceptivo precisa ser feita de forma consciente, com explicações claras e um ambiente seguro para tirar dúvidas.


Você não é obrigada a continuar com algo que causa desconforto.Você pode trocar de método, ou até suspender, se fizer sentido.E o principal: você merece um acompanhamento respeitoso, sem julgamentos.


Na Clínica Lótus – Saúde Feminina, acreditamos que a saúde íntima vai além da técnica. Envolve escuta, cuidado, acolhimento e autonomia. Se você está em dúvida sobre o anticoncepcional ou quer reavaliar o que está usando, fale com nossa equipe. Estamos aqui para cuidar de você por inteiro.


 
 
 

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