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Dia Mundial da Saúde Sexual

há 11 minutos
1 min de leitura

Tem uma diferença enorme entre sentir um desconforto pontual e começar a evitar uma relação porque você já sabe que vai doer.


E, ainda assim, muitas mulheres passam meses (às vezes, anos!) tentando encontrar uma explicação sozinhas. Acham que é só ansiedade, tensão ou que é algo que vai melhorar com o tempo…


Mas a dor pélvica persistente durante a relação não precisa ser normalizada! De acordo com o Dr. Leonardo Borges, em alguns casos, a investigação precisa ir além do ginecológico e considerar outras estruturas e possíveis causas da dor.


E tem mais: a tensão da musculatura do assoalho pélvico também pode estar envolvida nesse quadro, como explica a fisioterapeuta Vanessa Michel. Já a Dra. Cristina Grecco traz outro ponto importante: quando a dor começa a interferir no desejo, na intimidade e na relação com o próprio corpo, ela também precisa ser acolhida e investigada dentro da sexualidade.


Por isso, se está doendo, vale falar sobre isso. Não para transformar qualquer desconforto em doença, mas para não transformar uma dor recorrente em parte da rotina.


Já que hoje é Dia Mundial da Saúde S3xu@l, fica o lembrete: seu prazer não deveria precisar de tolerância à dor.


Responsável Técnica Médica – Dra. Adriana Prato Schmidt – CRM 25372 | RQE 17766

 
 
 

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