A menopausa não acontece só no ovário
A menopausa não acontece só no ovário. E ela pode aparecer onde a gente menos espera.
O sono que virou exceção
Você dorme, ou pelo menos deita na cama. Porque dormir a noite inteira virou exceção. Você acorda no meio da madrugada, tem dificuldade para voltar a dormir e no dia seguinte nem sabe explicar por que está tão cansada.
A pele que parece outra
Você continua usando os mesmos produtos. O mesmo hidratante, o mesmo sabonete, a mesma rotina. Mas a pele parece ter mudado de uma hora para outra. Mais seca, mais sensível, com uma textura diferente.
O coração acelerado
Taquicardia. Palpitações. Aquela sensação de que o coração acelerou sem motivo aparente. Será que é sinal de que algo está muito errado?
Quando o corpo parece não responder mais do mesmo jeito
A libido sumiu. Do nada, as juntas enrijecem toda manhã. Uma palavra que estava na ponta da língua simplesmente desaparece. E você pensa: “O que está acontecendo comigo?”
Os sintomas que quase ninguém relaciona à menopausa
E ainda existem sintomas que quase ninguém relaciona à menopausa. Alterações na visão. Formigamentos. Mudança nos odores corporais. Sensações estranhas. Nem tudo é “coisa da idade”.
Não é só calorão
A queda do estrogênio repercute em diferentes sistemas do organismo, podendo resultar em diversos tipos de sintomas. Por isso, olhar para a mulher inteira faz diferença.
Se o seu corpo mudou e você não está entendendo muito bem o porquê, talvez esteja na hora de conversar sobre isso. Menopausa não precisa ser uma coleção de sintomas que você simplesmente aguenta.
Reconhecer para não naturalizar
Talvez você tenha chegado aos 40 e poucos, 50 e poucos anos e começado a perceber coisas que nunca tinha sentido antes. Apesar de não parecer, pode ser a menopausa chegando.
A ginecologista Dra. Karen Heinrichs (CRM 24283, RQE 28112 e 14491) explica que reconhecer essas manifestações é importante para não naturalizar tudo como “normal da idade”, e também para não atribuir automaticamente qualquer sintoma ao climatério, sem investigação.
Porque existe uma diferença entre entender o que está acontecendo com o seu corpo e simplesmente aprender a conviver com o desconforto. E talvez essa seja uma das conversas mais importantes da menopausa: você não precisa se acostumar com tudo em silêncio.
Responsável Técnica: Dra. Adriana Prato Schmidt, Médica, CRM 25372, RQE 17766





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