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A menopausa não acontece só no ovário

23 de set.
2 min de leitura

A menopausa não acontece só no ovário. E ela pode aparecer onde a gente menos espera.


O sono que virou exceção


Você dorme, ou pelo menos deita na cama. Porque dormir a noite inteira virou exceção. Você acorda no meio da madrugada, tem dificuldade para voltar a dormir e no dia seguinte nem sabe explicar por que está tão cansada.


A pele que parece outra


Você continua usando os mesmos produtos. O mesmo hidratante, o mesmo sabonete, a mesma rotina. Mas a pele parece ter mudado de uma hora para outra. Mais seca, mais sensível, com uma textura diferente.


O coração acelerado


Taquicardia. Palpitações. Aquela sensação de que o coração acelerou sem motivo aparente. Será que é sinal de que algo está muito errado?


Quando o corpo parece não responder mais do mesmo jeito


A libido sumiu. Do nada, as juntas enrijecem toda manhã. Uma palavra que estava na ponta da língua simplesmente desaparece. E você pensa: “O que está acontecendo comigo?”


Os sintomas que quase ninguém relaciona à menopausa


E ainda existem sintomas que quase ninguém relaciona à menopausa. Alterações na visão. Formigamentos. Mudança nos odores corporais. Sensações estranhas. Nem tudo é “coisa da idade”.


Não é só calorão


A queda do estrogênio repercute em diferentes sistemas do organismo, podendo resultar em diversos tipos de sintomas. Por isso, olhar para a mulher inteira faz diferença.


Se o seu corpo mudou e você não está entendendo muito bem o porquê, talvez esteja na hora de conversar sobre isso. Menopausa não precisa ser uma coleção de sintomas que você simplesmente aguenta.


Reconhecer para não naturalizar


Talvez você tenha chegado aos 40 e poucos, 50 e poucos anos e começado a perceber coisas que nunca tinha sentido antes. Apesar de não parecer, pode ser a menopausa chegando.


A ginecologista Dra. Karen Heinrichs (CRM 24283, RQE 28112 e 14491) explica que reconhecer essas manifestações é importante para não naturalizar tudo como “normal da idade”, e também para não atribuir automaticamente qualquer sintoma ao climatério, sem investigação.


Porque existe uma diferença entre entender o que está acontecendo com o seu corpo e simplesmente aprender a conviver com o desconforto. E talvez essa seja uma das conversas mais importantes da menopausa: você não precisa se acostumar com tudo em silêncio.


Responsável Técnica: Dra. Adriana Prato Schmidt, Médica, CRM 25372, RQE 17766

 
 
 

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